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A gagueira da Dona Solange

O vídeo abaixo está fazendo o maior sucesso na internet. É a Dona Solange, moradora de Ilhéus (BA), participando do programa da Hebe Camargo, no SBT.

A mulher tem um gagueira danada que não tem jeito: você acaba rindo do problema da coitada...



Vídeo indicado pela Michele Beraldi.


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7 Comentários

  1. O mais engraçado é ver a Hebe chorar de rir!
    Beeeeeeejo Zé!

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  2. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, pensa!!! eu me matando da cara da Hebe e da tiazinha dizendo "vixi" quando as palavras não saiam.... muito bom!!!

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  3. Zé, isso foi um "transmimento de pensação"! kkkkkk
    Eu também postei esse vídeo no meu blog.

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  4. Para mim, é bem difícil reconhecer a comicidade da situação. Não condeno aqueles que vêem humor na gagueira de Dona Solange. Porém, para quem convive com a dificuldade, é impossível dissociar o humor que a gagueira evoca, do sofrimento que muitas vezes a acompanha.

    Para quem tem gagueira, e aí estão incluídas cerca de 1,8 milhão de pessoas só no Brasil (entre crianças, adolescentes e adultos), o que é mais doloroso na forma geralmente escarnecedora como o problema é trazido a público não é exatamente o humor, que é algo quase inerente à condição (chega até a ser um consolo pensar que é possível fazer as pessoas rirem com algo que frequentemente nos faz chorar).

    O que mais dói mesmo é ver que, depois da graça, depois do riso, depois do gracejo, depois da ridicularização, não há mais nada. É só isso. Depois da humilhação não se segue nenhum esclarecimento, nenhuma orientação, nenhuma solidariedade, nenhum número para procurar ajuda, nenhum site, nada que possa aliviar na gente o desespero e o fardo de carregar todo esse estigma.

    A sociedade precisa aprender a ser menos impiedosa com as pessoas que gaguejam.

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  5. ::: Olá, Luíza. Vc tem toda a razão em seu comentário.

    Não era minha intenção ridicularizar ninguém, mas perceba que a Dona Solange participou do programa justamente para fazer graça. E está participando de outros programas, como o Pânico na TV, pelo mesmo motivo.

    Abro espaço aqui no blog para você divulgar sites ou telefones de entidades que possam ajudar neste problema.

    E me perdoe se a magoei.

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  6. Luíza, sua mensagem me sensibilizou e por isso gastei um pouco do meu tempo tentando reunir para você algumas fontes de informação interessantes sobre gagueira, na esperança de aliviar um pouco sua compreensível aflição. Espero que através delas você possa encontrar a ajuda e o esclarecimento de que precisa.

    Nessas horas, o melhor a fazer é encontrar pessoas que compartilham da mesma dificuldade. Segundo você mesma informou (e neste site pude confirmar a veracidade da informação), só no Brasil há cerca de 1 milhão e 800 mil pessoas que enfrentam o mesmo problema que você enfrenta.

    Portanto, Luíza, quando bater o desespero, lembre-se: se você gagueja, você não está sozinha.

    Abaixo, os links que eu recomendaria a você e a quem mais estiver interessado em se esclarecer sobre o assunto:

    ONG que se dedica ao problema

    Gagueira no New York Times

    Gagueira: um fenômeno mundial

    Uma base neurológica para a gagueira

    Rompendo o silêncio em torno da gagueira

    Teatro para pessoas que gaguejam

    O que causa a gagueira?

    Seu texto bem articulado me permite concluir que você é uma moça inteligente e talentosa, alguém com totais condições de compensar seu déficit. Machado de Assis, o maior escritor brasileiro de todos os tempos era gago. Uma prova de que os déficits existem para revelar os talentos.

    Boa sorte, Luíza.

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