As 5 maiores teorias de conspiração contra celebridades


O mundo das celebridades é um dos que mais sofre com a exposição nas mídias. Além disso, com a internet, a exposição deles acontece 24 horas por dia, 7 dias da semana. Os fãs acompanham essas celebridades e diversas teorias de conspirações acabam surgindo para entender alguns fatos inexplicáveis e esquisitos sobre a vida secreta dos ricos e famosos.

Abaixo mostramos 5 deles:


Avril Lavigne morreu e foi substituída

Esta é uma das teorias mais famosas no Brasil. Muitos fãs da cantora canadense acreditam que ela morreu e foi substituída. Isso teria acontecido em 2004, e desde então a cantora nunca mais foi a mesma. As mudanças da cantora foram muitas, tanto sua altura como até mesmo o seu tom de voz. Isso teria sido uma estratégia do L.A. Reid, empresário dela.



Beyoncé nunca esteve grávida de sua filha Blue Ivy

Beyoncé é uma rainha e ninguém pode negar, mas há quem acredite que sua primeira gravidez foi falsa e por barriga de aluguel. Beyoncé anunciou sua gravidez durante sua performance no Video Music Awards de 2011. Mas as datas da gravidez não batem certo, e além disso, durante um programa na Austrália, chamado “Sunday Night”, sua barriga (teoricamente falsa) dobra no meio quando ela vai sentar.



Melania Trump tem uma dublê

Muitas pessoas acreditam que Melania Trump não tem frequentado nenhum dos eventos oficiais da Casa Branca e do governo americano, e que para isso Melania usa uma dublê, a qual está sempre coberta com óculos e chapéus. Isso é uma teoria que realmente não dá para saber se é verdade ou não, mas quando Melania ficou doente e desapareceu por um mês, também foi motivo para teorias, dessa vez que ela teria saído de Casa Branca e voltado para Nova York.



Khloé não seria uma Kardashian

Khloé Kardashian sempre foi diferente de suas irmãs Kim e Kourtney, o que levantou suspeitas de que ela não seria uma Kardashian. Khloé seria filha de O.J. Simpson com quem sua mãe Kris teve um caso. Em um dos programas da série das irmãs, Khloé até mesmo questiona se é adotada, pois percebe que é diferente de sua irmãs.


O namoro entre a cantora americana Taylor Swift
e o ator britânico Tom Hiddleston era falso

Tudo começou quando o casal foi flagrado, em junho de 2016, trocando beijos em uma praia próxima à casa da cantora em Rhode Island. O namoro seria uma campanha de marketing para divulgar um próximo trabalho de Taylor, já que ela tinha acabado de terminar com Calvin Harris e estava para lançar seu novo CD, Reputation. Depois de apenas um mês de namoro, Tom conhece os pais de Taylor. Depois, eles viajam para a Europa, onde ela conhece a mãe de Tom e vão para a Austrália. E em setembro de 2016 tudo já estava terminado.


Em qual dessas 5 teorias de conspiração você acredita ser verdade? Você acha que alguma dela é verdade? Todos os dias novas teorias são criadas, portanto vamos ficar ligados para trazer teorias de conspirações quentes sobre o mundo dos famosos!

Um texto elaborado por Ricardo Freire

Dicas para não pagar mico no Whatsapp


A educação nunca foi o forte de uma grande parte do povo brasileiro. E isso se amplifica quando a pessoa tem em mãos uma ferramenta que lhe dá liberdade para agir.

Se a educação fosse prioridade em nosso país, um texto como este seria desnecessário. Mas não é bem assim. E pior: há sempre uma desculpa para que seus "micos" sejam necessários. A mais batida é dizer que "o Whatsapp é meu, e faço o que quero", "o Facebook é meu, e posto o que quiser".

Não é bem assim na vida real e nem na virtual. E por um simples motivo: o mensageiro de celular é considerado uma rede social, ou seja, uma comunicação entre membros da sociedade. Ninguém se comunica sozinho e nem faz o que quer em um mundo civilizado, onde mora ladeado de vizinhos e não pode ficar importunando.

O problema é que usar um celular - ou computador - dá uma sensação de poder. Tudo porque não está perto do receptor. Assim, pode esbravejar, difamar e ainda espalhar fofocas, que hoje recebem o nome moderno de fake news.

Mas não devemos generalizar. Há uma grande parcela da população que simplesmente tem dificuldades em lidar com redes sociais. São empurrados pela onda digital e se sentem obrigados a surfar, mesmo sem conseguir se equilibrar direito na prancha.

Para quem tem esta dificuldade, e é humilde o suficiente para aprender, fiz uma lista com algumas sugestões para não passar vergonha ao usar o Whatsapp. São dicas simples que podem ajudar você a não ser bloqueado ou silenciado por seus amigos.

- NÃO FIQUE MANDANDO "BOM-DIA", "BOA-TARDE" OU "BOA-NOITE" ou aquelas imagens cheias de flores e coisas assim... Para uma grande maioria, isso é chato demais e motivo para silenciar suas mensagens. Acredite: ninguém precisa do seu "bom-dia", a não ser que esteja querendo alguma coisa sua;

- NÃO ESCREVA APENAS COM LETRAS MAIÚSCULAS. Isso é falta de educação nas redes sociais, pois significa que está gritando. Use este recurso apenas em trechos que queira destacar. E não adianta dizer que é seu jeitinho ou precisa fazer assim para ler melhor. Continuará sendo desagradável;

- RESPEITE AS REGRAS DE GRUPOS. Este é um problema sério. A pessoa pede para fazer parte de grupos do Whatsapp, ignora as regras e acha que o espaço é a casa da mãe joana, onde pode ficar enviando seus "bom-dia", porque "isso é educado". Não, não é educado! Depois que é expulso, se faz de vítima e fica criticando os administradores. Isso também acontece sempre nos grupos do Facebook;

- NÃO ENVIE MENSAGENS BOBAS TARDE DA NOITE OU MUITO CEDO. Não é todo mundo que dorme tarde ou acorda muito cedo. Então, respeite a privacidade das pessoas e envie seus vídeos políticos ou imagens de gatinhos fofos em horas adequadas. Acredito que o ideal possa ser depois das 8h e até as 22h;

- NÃO ESPALHE BOATOS OU FOFOCAS (FAKE NEWS). O Brasil já havia erradicado o sarampo, mas voltou a ter casos, graças, principalmente, aos "médicos" de Whatsapp, que enviam mensagens sobre teorias da conspiração e uma boa parte da população acredita. Se você é um daqueles que não crê em vacina porque "não quer dar dinheiro à indústria farmacêutica", prepare-se, então, para ajudar a crescer a indústria de sepultamentos. Desconfie de tudo que receber pelo Whatsapp. Não sirva de massa de manobra;

- WHATSAPP NÃO É SITE DE NOTÍCIAS. Não tente ficar informado com o que recebe pelo mensageiro, a não ser que participe de grupos de empresas jornalísticas de credibilidade. Se não acredita na imprensa tradicional, por que valorizar sites desconhecidos, muitos deles criados apenas para espalhar mentiras e ganhar dinheiro com acessos ou destacar a visão de partidos políticos? Não é incoerente? Será que você é tão esperto assim como pensa ao fazer isso? Acredite: vai passar vergonha ao tentar dar uma de "esperto" em uma roda de amigos que tenham o mínimo de conhecimento, ou ao continuar a espalhar essas mentiras;

- NÃO ESPALHE IMAGENS FORTES. Quando receber um corpo ensanguentado, vítima de uma batida entre veículos, por exemplo, visualize apenas se for um daqueles que tem curiosidade mórbida, mas apague. Pense que aquela pessoa exposta ali poderia ser seu pai, sua mãe ou um parente próximo. Ninguém quer isso para sua família. Então, por que fazer isso com a família dos outros? E repassar aos amigos de sua lista é uma total falta de sensibilidade e educação. Se adorar este tipo de coisa, crie grupos é convide outros problemáticos como você;

- A VALORIZAÇÃO DO FAMOSO "QUEM?". Isso é uma das piores coisas espalhadas pelo Whatsapp. As pessoas adoram valorizar opiniões de desconhecidos que "respondem" a famosos ou políticos. A pessoa faz uma gravação com o celular vomitando uma série de besteiras e conta com quem compartilha como "resposta" a isso ou aquilo.

Aí alguém me pergunta: e a democracia, a liberdade de dizer o que se pensa? A resposta é simples: as redes sociais deram espaço aos idiotas e facilitaram muito o trabalho de achar semelhantes...

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Político corrupto é resultado de uma sociedade corrupta


Não se engane ao achar que políticos são uma classe corrupta sem que haja uma raiz em tudo isso. Você mesmo, que está lendo este texto, pode ser tão corrupto quanto eles, e ainda se fazer de vítima.

A greve dos caminhoneiros mostrou claramente, mais uma vez, que uma grande parte dos brasileiros é tão corrupta quando seus governantes. A própria sociedade é a raiz de tudo isso, mas a vitimização nas redes sociais é mais fácil do que reconhecer o problema e tentar resolvê-lo.


Durante a paralisação, comerciantes quiseram se aproveitar, aumentando o preço dos combustíveis e a população, é claro, egoísta por natureza, foi atrás de fazer estoques de alimentos e deixar o seu "próximo" na mão. Aliás, reagir assim é típico em momentos de crise: primeiro eu; você que se lasque.

Não é raro ver uma boa parte do povo brasileiro se inovando na arte do "jeitinho" para se dar bem. Ainda durante a greve dos caminhoneiros, servidores furtaram combustível de uma ambulância para abastecer carros particulares; uma jovem usou o crachá da tia, que é servidora da saúde, para furar fila em posto de combustíveis; e moradores da fronteira do Paraguai passaram a vender ilegalmente gasolina daquele país. Esses são apenas casos denunciados pela imprensa. Imagine os que passaram sem divulgação!

E a quantidade de fake news (notícias falsas) espalhadas, então? Houve até golpe pelo Whatsapp.


Recentemente, quando o edifício Wilton Paes de Almeida desabou em São Paulo após um incêndio, muitas pessoas se mobilizaram para doar roupas aos moradores do local, que havia sido invadido. Um homem, sensibilizado, doou várias peças e, minutos depois, descobriu que eram vendidas em uma "feira".

Na enchente de 2008 em Santa Catarina, brasileiros se mobilizaram para ajudar as vítimas. Mas é claro que um grupo se aproveitou e montou o tradicional esquema de desvio dos donativos. Esse foi descoberto, mas havia, com certeza, muito mais.


Exemplos de corrupção feita por brasileiros existem aos montes. A falta de educação pode ser um dos principais motivos, pois é um problema crônico, mas falta de caráter não depende disso. E estas pessoas ainda são hipócritas, porque vão nas redes sociais atacar políticos e se fazer de coitadas. Mas mostram sua cara na primeira oportunidade...

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- Sugestões para mudar o Brasil (e os brasileiros)
- Quer mudar o Brasil? Comece com você!
- A inversão de valores no Facebook

Ouça playlist com mais de 700 músicas de qualidade no Spotify


Se você é viciado em música, sabe que o Spotify é um templo onde encontra de tudo. E melhor: pode ir alimentando aos poucos a própria playlist com todos os sons que curte.

A minha lista de músicas vem sendo alimentada há um bom tempo e não deve parar tão cedo. Venho reunindo tudo que gosto e decidi compartilhar com os leitores do Blog do Zemarcos.

Assim, caso consiga ler este texto antes de ir direito ao link, explico que vai encontrar de tudo um pouco, menos lixos musicais que fazem muito sucesso atualmente e não merecem nem ser citados.

É claro que gostos são individuais e muita coisa não será de seu agrado. Gosto de tudo que tenha qualidade, reunindo nesta coletânea rock, pop, instrumental e, principalmente, sucessos antigos e nacionais. Como Teixeirinha, que foi um fenômeno entre os anos 1960 e 70, e Nilton César, com sua inesquecível "A Namorada que Sonhei".

Há ainda Demis Roussos (já escrevi sobre ele neste post), misturado com Sia, U2, Katty Parry, passando por Almir Sater, Sérgio Reis, Maria Bethânia, Nelson Gonçalves, Nelson Ned, chegando a Seu Jorge, X Japan (grupo japonês que faz sucesso mundial), Bruno Mars, Adam Lambart, Coldplay, Michael Jackson, Malta, Imagine Dragons, Adele e muito, muito mais.

 Para acessar a playlist do Zemarcos, >> clique aqui <<

EM TEMPO:
É preciso ter uma conta (gratuita ou paga) no Spotify para ouvir.

Não vale a pena impor sua opinião no Facebook


Desde que o mundo é mundo, o ser humano tem opiniões divergentes. E uma grande parte tenta impor o que pensa, sempre, mesmo que inconscientemente, rebaixando a visão do opositor.

Isso acontece constantemente em casa, no trabalho, durante a balada, enfim, em qualquer oportunidade. Sua mãe acha que deve arrumar o quarto, mas você discorda, porque vai desarrumá-lo mesmo em pouco tempo, e reclama, fica com raiva dela; você quer um televisor novo para a casa, mas a esposa acha que não é um gasto necessário, e começa aí uma discussão sobre o que pode ou não ser importante para o relacionamento...

Tudo normal. É a natureza humana. O problema está na abertura que existe no Facebook para que todos possam se manifestar, sem qualquer censura. Quando existe a presença de um opositor, a discussão olho no olho, dependendo da amizade, pode ficar mais leve se pelo menos uma das partes tiver consciência de que não vale a pena brigar por discordância de opiniões.

Nas redes sociais, em que existe apenas um monitor na sua frente, parece que vale tudo. Então, a pessoa xinga, ataca, impõe a todos o que pensa e ainda aponta o dedo para o alto e diz que o Facebook é seu e escreve o que quer. Não, o Facebook não é só seu. É uma comunidade virtual que depende das amizades para funcionar. Já escrevi a respeito neste post.

Vivemos em uma democracia e defender seu ponto de vista é essencial. Mas impor o que pensa, achando que quem for contrário é um inimigo, beira a loucura e afasta as pessoas. Não bastasse a violência em que vivemos no mundo real, temos que ler isso na timeline e ver amizades sendo desfeitas.

Não, não vale a pena brigar por visões opostas sobre qualquer assunto. É imprescindível defendê-las, mas o direito de um termina quando acaba o do outro. Há espaço para ambas as partes. O que não há espaço, nem real nem virtual, é para a intolerância.

Minha despedida da Folha da Região

Foto tirada em 29/03/2018 na despedida de vários profissionais da redação da Folha: da esquerda para a direita: José Marcos Taveira, Ronaldo Ruiz Galdino, Ivan Ambrósio, Paulo Motorista, Janaína Ferreira, Aline Galcino, Fernando Lemos, Lázaro Jr., Marcelo Trevizo e Alexandre Souza

Após mais de 25 anos na mesma empresa, fica um vazio quando se quebra a rotina. Apesar disso, considero acertada a decisão de deixar a Folha da Região, jornal de Araçatuba (SP) onde passei mais da metade da minha vida. Chegou a hora de procurar novos desafios.

Reunir minhas coisas no último dia de trabalho não foi fácil. São muitas histórias em pequenas lembranças deixadas em algumas gavetas.

Ao cumprir meu plantão final, no dia 31/03/2018, um sábado nublado, aproveitei cada passo naquele corredor enorme, a caminho do estacionamento, para refletir sobre anos de aventuras e amizades. Dentro do carro, uma última olhada para o prédio e um aceno ao vigia...

Cheguei à Folha da Região em 1992, aos 21 anos, para trabalhar como repórter. Já atuava no jornalismo desde os 15 anos, em emissoras de rádio de Andradina e Araçatuba, e havia me casado meses atrás. Naquela época, os computadores ainda estavam engatinhando na redação da rua Afonso Pena; usavam monitores monocromáticos e disquetes para armazenar as reportagens. Rede interna, internet, celular? Nada disso ainda estava disponível.

Aliás, levei o primeiro celular para a redação. Uma parceria com uma empresa para a primeira cobertura digital da Expô (Exposição Agropecuária de Araçatuba).

Criei o primeiro site do jornal, onde postava as reportagens do dia para serem acessadas pelas poucas pessoas que tinham um modem com conexão discada, uma novidade em Araçatuba em 1997, quando a empresa passou também a oferecer serviço de provedor de internet, o Folhanet.

Em 1998, decidi guardar as edições virtuais para facilitar a vida de quem não havia lido no dia anterior. Surgia aí o primeiro banco de dados do site.

Em 2000, após uma visita ao Estadão, em São Paulo, criamos um portal de notícias em tempo real. Fui responsável pela criação de todas as redes sociais da Folha.

Minha carreira foi movimentada no jornal. De repórter especializado em polícia, passei a coordenador de internet, uma função que não existia até então; fui editor do jornal impresso, chefe de reportagem, editor-executivo e editor-chefe. Mas estava sempre ligado ao site, treinando equipes e atualizando, trabalhando aos domingos e feriados na cobertura de tragédias.

Um dia, você chega à conclusão que é preciso mudar, respirar novos ares, mudar a rotina. Assim, com 46 anos de idade, escrevo este texto para destacar o carinho e respeito que sempre tive e terei com esta empresa e com a família Cenci. Escrevo para agradecer, para homenagear tantos amigos que passaram pelo jornal em todos esses anos que trabalhei lá.

Tenho um enorme baú digital, com várias lembranças. Muitas foram utilizadas neste blog, um ponto de encontro para os amigos e funcionários da Folha quando ainda não existiam redes sociais. Separei muitas em um vídeo. Foi uma honra trabalhar com todos eles!

ASSISTA AO VÍDEO:

Rodrigo Murbach, reencarnação de Raulzito


Você acredita em reencarnação? É uma pergunta muito difícil de responder, porque depende das crenças de cada um. Mas quando ouve o paranaense Rodrigo Murbach, de 17 anos, cantando os sucessos do velho roqueiro, que morreu em 1989, tem certeza de que é algo sobrenatural.

O adolescente, que mora em Terra Roxa, oeste do Paraná, está fazendo muito sucesso na internet após gravar um vídeo cantando "Metamorfose Ambulante". Com a ajuda de uma amiga de São Paulo, logo viralizou e o transformou em uma celebridade virtual.

Rodrigo já deu entrevistas dizendo que não esperava tanto sucesso. Humilde, sabe que o sucesso pode ser passageiro, por isso confessa não ter grandes pretensões no meio musical.

Se você não acredita, assista aos vídeos abaixo e tire suas conclusões.

METAMORFOSE AMBULANTE:

GITA:

CAPIM GUINÉ:

EU SOU EGOÍSTA:

20 músicas inesquecíveis dos anos 1980

Ícone pop dos anos 1980, a 'patinho feio' Cyndi Lauper

Imagine o seguinte desafio: escolher apenas uma música que marcou os anos 1980. Difícil, não é?

Pois fiz esta pergunta aos amigos do Facebook para poder desenvolver este texto, e as respostas são uma verdadeira viagem a uma das melhores épocas. Isso sem contar as trilhas sonoras de filmes. São muitas, cada uma melhor que a outra.

Não é possível colocar neste post todas as indicações, mas fiz uma seleção das 20 melhores, juntando com outras que não foram citadas. O resultado você vê abaixo, por ordem alfabética. Boa nostalgia!

BEAT IT (Michael Jackson)



BILLIE JEAN (Michael Jackson)



BUILD (The Housemartin)



CARELLESS WHISPERS (George Michael)



EYE OF THE TIGER (Surviver)



FOOTLOOSE (Kenny Loggins)



FOREVER YOUNG (Alphaville)



GIRLS JUST WANT TO HAVE FUN (Cyndi Lauper)



LIKE A VIRGIN (Madonna)



MENINA VENENO (Ritchie)



SAPATO VELHO (Roupa nova)



SWEET CHILD OF MINE (Gun's N Roses)



TAKE MY BREATH AWAY (Berlin)



TAKE ON ME (A-Ha)



TARZAN BOY (Baltimora )



THE FINAL COUNTDOWN (Europe)



THRILLER (Michael Jackson)



VOCÊ NÃO SOUBE ME AMAR (Blitz)



VOYAGE, VOYAGE (Desireless)



WE ARE THE WORD (USA For Africa)


AGRADECIMENTOS
Infelizmente, não foi possível colocar todas as indicações que recebi pelo Facebook. Agradeço muito a todos os amigos do Facebook que contribuíram com sugestões para o post.

São eles: Daniel de Souza, Diuan Feltrin, Hallan Klasnic, Cleber Dias, Sergio Pinheiro de Abreu, Luciano Toledo, Fabiana Baroni, Clemerson Mendes, Sueli Allianz Park, Eric Costa E Silva, Nelson Barauna Junior, Pauline Machado, Marcelo Dias, Anny Caroline Vieira, Rafael Almeida, Paulo Cezar Batagelo, Giuliano Faria, Rodrigo Oliveira, Angelo Cardoso, Gislaine Ábrego, Wladimir Batista Neto, Denise Crispim, Fernando Antônio Assis Lemos, Daniel Freitas, Guilherme Leal, Bruno Mazzei, Mariângela Anelli, Wilma Menezes, Rodrigo Prado, Rose Assis, Everson Matheus, Raliton Dee Jay, Fernando Prudencio, Eloisa Morales, Solange Dias Vergeiro, Marta Brito, Danilo Lemos, Gustavo Alves, Fábio Azevedo, Marcelo Teixeira, Nelson Custódio da Silva, Andréa Alcides, Adriana Tobias, Conceição Gualda, Dennis Oliveira, Fabiana Baroni, Arlen Pontes, Márcia Souza Terra, Rodrigo Mendonça, Danyel Lucas Ohara, Ricardo Hassegawa, Mariana Santos, Tiago Lotto, Marcelo Peixoto Trevizo, Angela Sarraceni, Sol Carvalho, Lucas Santos, Zen San, Marcio Lyra, Vivi Tamanaha, Marlon Resina, Moacyr Paes De Almeida Neto, Antonio Batista, Deise Corazza, Clebinho MC, Welington Bolla, Roselana Aguiar, Jim Okasaki, Giuliano Valori, Marcelo de Souza, Gustavo Almeida, Marcio Arai, Marcos Martins, Lilian Flores, Leandro Mendes, Helder Bertazzi, Laercio Bachega, Vitor Massuda, Wagner Maia, Dayse Salgado, Alexandre Shigueru Morita, Mário Luiz Trevelin Júnior, Dennis Oliveira e Socorro Freitas.

Fake news: não sirva de massa de manobra nas redes sociais


O fracasso da vacinação contra a febre amarela no Brasil serviu de alerta para uma praga que se alastra na vida de milhões de pessoas que vivem o dia inteiro com seu celular, recebendo mensagens pelo Whatsapp e Facebook: o "fake news". Em tradução literal, "notícias falsas". Como jornalista, prefiro chamar de "correntes falsas", pois notícia é o que informa uma pessoa e não a engana.

Com uma grande parte de brasileiros, que se acha mais esperta, funciona assim: a imprensa nunca diz a verdade, então, vou acreditar em um desconhecido que me manda uma mensagem, dizendo justamente o contrário do que vem sendo noticiado após serem ouvidos profissionais da área envolvida.

"Fake news" é como automedicação, pois o paciente prefere acreditar na vizinha que usou tal remédio para se curar do que no médico que receitou algo especificamente para o seu problema. Esta praga virtual se aproveita da falta de educação - aqui no Brasil e no resto do mundo - para se alastrar como um rastro de pólvora.

E ninguém admite que foi enganado. Entramos aí em um segundo problema sério de boa parte da população: a vitimização. Em vez de pesquisar antes de compartilhar algo duvidoso - usar o mestre Google ajudaria muito -, a pessoa prefere divulgar logo, porque "pode ser verdade". E não admite que fez isso deliberadamente, preferindo acreditar que foi enganada quando alguém prova que é mentira.

E há gente pior: você avisa que é "fake news", mas ela ignora e mantém a postagem no Facebook, porque 'tem um fundo de verdade' ou simplesmente por querer divulgar mentiras mesmo ou prejudicar alguém que não gosta.

Há ainda neste grupo de massa de manobra as pessoas que não entendem muito de redes sociais e caem, sem perceber, nas artimanhas dos bandidos virtuais - sim, são bandidos tão perigosos como aqueles que usam armas e invadem sua casa.

Não posso me esquecer dos partidos e grupos envolvidos em política. São eles que disparam a maioria das correntes falsas para prejudicar algum político ou beneficiar outro. E contam com tentáculos espalhados em várias partes, que ajudam na proliferação, contando com a revolta da população com tantos casos de corrupção.

Aí você me pergunta: “Como não cair em fake news?”

Basta, por um instante, prestar atenção no que você recebeu, pensar um pouco antes de espalhar, achando que é esperto e vai "ajudar" seus amigos em troca e alguns likes. Pergunte: qual é a fonte da informação? Existe alguém pedindo para "compartilhar sem dó" porque "querem retirar do ar" ou "a Globo não divulga"?

“Mas eu não sei se a fonte é segura. O que faço?”

Leia mais! Se não entende de um assunto, não o compartilhe! Se não conhece órgãos de imprensa confiáveis, pesquise sobre o que consta na origem da informação que quer compartilhar.

"Ah! Todos esses órgãos de imprensa são vendidos". Se você pensa assim, já não posso fazer nada para combater a sua neurose.

VEJA AQUI MAIS ALGUMAS DICAS PARA SE PROTEGER:

- Recebeu pelo Whatsapp? Então, desconfie sempre
- Notícia falsa no Facebook: saiba como identificar

Não sirva de massa de manobra!

Não faça parte da síndrome da manada, correndo atrás de uma maioria, que dispara sem ao menos saber para onde está indo!

Pense, avalie, verifique antes de compartilhar! Você é importante, sim, nesta corrente das redes sociais. Se quebrar o elo, ajuda muito a reduzir fake news.