Ouça velhas canções on-line

Visual modernoso do jukebox on-line
Canções antigas são tudo de bom. Principalmente se você já é um quarentão, como eu.

Mesmo em qualquer idade, belas canções sempre são uma boa pedida. Acho que foi pensando nisso que Jeff Frankus criou uma vitrola on-line - pesquisei sobre ele na internet, mas não encontrei nada a respeito.

Putz, "vitrola" é um nome muito antigo... Então, o melhor é dizer que ele criou uma jukebox (aparelho eletrônico utilizado geralmente em bares e lanchonetes) chamada Old Pop Collection (Algo como "Coleção de pops antigas"). Há pelo menos 50 músicas antigas que você pode ouvir enquanto navega pela internet.

Na seleção, músicas de Elvis Presley, Beatles, Simon e Garfunkel, Abba, Paul Anka, Boney M, entre outras relíquias. Se você tiver um notebook conectado ao aparelho de som, dá para fazer uma festinha do flashback.

Avise a empregada que não é para passar



A apologia da bebida alcoólica na música

O mais recente sucesso da dupla sertaneja Guilherme e Santiago, "Triste e Alegre", começa de forma objetiva: "Eu fico triste, alegre/Sem beber eu fico triste, bebendo eu fico alegre". Em outro trecho, mais uma vez o consumo de álcool é valorizado: "Há felicidade num copo de bebida..."

Esse é um simples exemplo de como ficar bêbado é visto de forma poética por muitos compositores. E faz tempo. Os veteranos Tonico e Tinoco já cantavam "Pinga ni Mim". "Pra Curar O Meu Despeito/Vou Meter Pinga No Peito/Sufocar Meu Coração/Nesta Casa Tem Goteira/Pinga Ni Mim, Pinga Ni Mim", diz o refrão.

Quem é acostumado a beber diariamente e nunca assume o alcoolismo, com certeza deve achar perda de tempo discutir um tema como esse. Afinal, argumentaria, é apenas uma música... Mas não é só isso. É cultura popular. "Beber até cair" é uma expressão usada tão rotineiramente que o brasileiro não percebe o mal que canções com letras desse tipo podem fazer, principalmente para adolescentes.

Michel Teló, o novo rei do Brasil

O título deste post é exagerado, sim, mas serve para chamar a atenção do que este rapaz de 30 anos vem conquistando com a música chiclete "Ai se eu te pego". Desde Carmem Miranda, não se via um cantor brasileiro fazer tanto sucesso internacional - e olha que a Carmem era portuguesa...

Independente de se gostar da música, deveríamos comemorar, sentir orgulho. Quando um fenômeno assim desponta, as pessoas tendem a querer saber mais dele, a querer conhecer mais o país de sua origem. E isto é bom para o Brasil, que possui muitos artistas que também poderiam fazer sucesso lá fora.

Uma reportagem de 15/01/2012 do Fantástico, da TV Globo, mostrou como o rapaz é humilde e como a música cantada por ele está na boca de grande parte dos europeus. Esta humildade emociona. E ver o primeiro mundo cantando em português é demais!!!

Infelizmente, ele precisa gravar uma versão em inglês para poder entrar no mercado caipira norte-americano, tão acostumado com a própria língua que detesta filmes com legenda e não poder entender a letra. Só o resto do mundo pode, eles não...

Por falar em letra, a música gera polêmicas. Uma amiga jornalista escreveu que não se pode comparar Michel Teló com Carmem Miranda. Respondi a ela, em tom de brincadeira, que "Ai se eu te pego" não pode, mas "Tico-tico no fubá" tá liberado? Imagine esta letra nos anos 1930, 1940?! Imagine como criticavam o estilo "tropical" da baixinha!!

Adeus ao amigo Guaraci

Edmilson (esq), Guará, Zemarcos e Lulla: velha guarda
Quando conheci o Guaraci Bezerra de Lima, ou simplesmente Guará para os amigos, ele já era famoso. Funcionário antigo da Rádio Cultura FM de Araçatuba, onde trabalhei ao seu lado, comandava, junto com a Hellena Mara, a maior discoteca que já funcionou em Araçatuba: a domingueira do Corintians, que reunia mais de quatro mil pessoas na década de 1990.

Naquela época, ganhou de Hellena o apelido de "Guaraci Schwarzenegger", numa comparação ao astro do cinema Arnold Schwarzenegger, que foi Mister Universo. "O locutor Luiz Carlos Rister, da AM, chamava o Tiquinho, que era seu operador de som, de 'Tiquinho Stalone'. A gente morria de rir, porque ele, como o próprio nome já diz, era bem magrinho... Então, eu apelidei o Guará de 'Guaraci Schwarzenegger', porque ele não tinha muitos músculos, apesar de sempre gostar de exercícios, pois até fez faculdade de Educação Física", contou-me Hellena.

Guará sempre foi um bom amigo e muito respeitado entre os DJs, afinal, com seus cabelos brancos, ensinou muita gente. Sem contar que era filho de um mestre: Líbero Bezerra de Lima, o Belô, a quem devo muito na minha carreira no jornalismo no rádio.

Quando o vovô Belô nos deixou, ouvi do Guará que seu pai tinha orgulho do meu trabalho. Ele não tinha noção do que havia acabado de me falar. Era o mestre orgulhoso do aluno. Choro sempre ao lembrar disso.

Duas manchetes inesquecíveis



Bolinha, nossa nova mascote

Ela é tão pequena que dá medo de segurar
Desde que nossa Lana nos deixou, eu e minha família não tivemos mais mascotes. A perda de nossa companheira de quase 14 anos foi muito traumatizante.

Mas nada é para sempre. E minha cunhada Luciana nos fez uma enorme surpresa ao colocar em nossas vidas a Bolinha, uma hamster chinesa muito fofa. É tão pequenininha que dá medo segurar. Dá a impressão que vai amassar.

A Bolinha tem esse nome justamente por parecer uma bolinha quando está comendo. É muito, muito lindinha.

Como um "papai" bem coruja, fiz fotos e vídeos dela. Ela vive correndo em sua gaiola e na bolinha de plástico que a faz percorrer a casa inteira, batendo em tudo.

Retrospectiva 2011 sobre tecnologia

Zemarcos e Bracioli durante gravação do videocast
O que aconteceu de mais importante na tecnologia em 2011? E a briga entre os navegadores da internet? As redes sociais foram importantes? E o que esperar da política em Araçatuba nas redes sociais neste ano de eleição? Esses são alguns dos temas que eu e meu amigão Márcio Bracioli discutimos em um vídeo para o portal folhadaregiao.com.

Colorir Papel (Jammil e Uma Noites)

Levi Lima é o novo vocalista da banda
Estava procurando uma música que pudesse ser usada como trilha no final de um vídeo sobre meio ambiente, uma videorreportagem do jornalista Serginho Teixeira. Recorremos ao São Google e encontramos "Colorir Papel", do jovem cantor Levi Lima.

A gente não conhecia. Ouvimos e nos apaixonamos pela canção. Uma baladinha tão simples e encantadora que passei a ouvir constantemente.

De uns dias para cá, comecei a ouvir também a canção no rádio. Fiquei feliz, pois é muito linda. Então, decidi pesquisar para fazer um post a respeito.

E qual não foi minha surpresa ao descobrir que a música faz parte da trilha sonora da novela "Fina Estampa", da TV Globo. E que Levi Lima é o novo vocalista da banda Jammil e Uma Noites, e que existe até um clipe, que você pode assistir abaixo.

Você conhece som em 3D?

Conheça o "Barbeiro virtual": som é impressionalte
A imagem da TV em 3D é algo inacreditável. Experimentei recentemente em uma loja e fiquei impressionado. A imagem sai da tela, literalmente!

O problema é ter um brinquedo deste em casa. É preciso a TV, o aparelho blue ray com os efeitos e os óculos especiais. Além do próprio disco oferecendo o efeito. Nada muito barato!

No Natal, uma amiga me mostrou algo diferente: som em 3D. Nunca tinha ouvido falar, nem ouvido também, claro... rs

E funciona usando fones de ouvido - não adianta tentar ouvir nas caixas do computador. Se você ainda não conhece, experimente ouvir o arquivo abaixo, chamado de "Barbeiro virtual".
 

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Este blog está no ar desde 22/08/2008. Acesse aqui a primeira versão, criada em 22/10/2006.

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