Mão boba tricolor

Enviado por
Leandro Mendes


São-paulino é sempre são-paulino...

A consultoria, a colher e o barbante

Enviado por
Cléber Marques


Semana passada fomos com uns amigos em um novo restaurante e percebemos que o garçom que anotava nossos pedidos carregava uma colher no bolso de sua camisa, o que era meio estranho.

Quando o auxiliar de garçom nos trouxe água e talheres, percebi que ele também carregava uma colher no bolso da camisa. Olhei ao redor e vi que todos os funcionários do restaurante tinham colheres nos bolsos de suas camisas.

Quando nosso garçom retornou para nos servir o primeiro prato, perguntei-lhe:

- Por que a colher no bolso?

- Os proprietários do restaurante chamaram uma consultoria para melhorar os nossos procedimentos. Após vários meses de análises, eles concluíram que a colher é o talher que mais cai no chão. Isso significa uma frequência aproximada de três colheres por mesa por hora. Se o nosso pessoal estiver bem preparado, podemos reduzir o número de viagens à cozinha para buscar colheres limpas e isso significa uma redução em 15 homens-hora por turno.

Coincidentemente derrubei minha colher e ele pôde substituí-la de imediato com a sua sobressalente.

- Irei buscar uma nova colher na próxima vez que for à cozinha ao invés de ir especialmente até lá para essa tarefa.

Fiquei bem impressionado. Aí percebi que havia um barbante pendurado para fora do zíper de sua calça. Olhando em volta, vi que todos os garçons tinham um barbante similar para fora de suas calças.

Antes que nosso garçom se afastasse de nossa mesa, perguntei-lhe:

- Desculpe-me, mas pode me explicar por que você tem um barbante pendurado bem aí?

- Certamente, ele respondeu.

Aí falou em voz baixa:

- Não são todos que observam isso. A empresa de consultoria que lhe mencionei também descobriu que podemos ganhar tempo no banheiro. Amarrando esse barbante o senhor sabe aonde, podemos puxá-lo sem encostar 'nele' e isso elimina a necessidade de lavarmos as mãos, reduzindo o tempo gasto no lavatório em 76,39%.

- E como é que guarda o dito cujo após usá-lo?

- Bem, eu não sei como meus colegas fazem, mas eu uso a colher...

Para todas as mulheres

Enviado por
Cláudio Henrique


Como esta semana é dedicada às mulheres, nada melhor que homenageá-las com a música "Maria, Maria", de Elis Regina, uma das maiores cantoras que este país já teve!

Um beijo a todas as zemarquetes mulheres! Vocês são demais!

Deus, Jesus e o diabo no Twitter

Este blogueiro da segunda idade é realmente um abençoado. E descobri isso pelo Twitter. Coisas da internet.

Não bastasse ser seguido por Inri Cristo, que se diz a encarnação de Jesus na Terra, eis que me deparo agora com o próprio filho de Deus no maior site de relacionamento do Planeta, como você pode conferir na imagem abaixo:


Depois de ler este post, você deve estar afirmando: agora, só falta Deus no Twitter. Não falta! Ele também tem seu canal, mas não é meu seguidor, infelizmente:



Para não ficar para trás, o diabo também tem seu canal, mas com poucos seguidores... O mais criativo é a mensagem dele: "Se eu estou te seguindo, isto não é um bom sinal!"

Segredo para o casal não brigar

Enviado por
Paulo Crepaldi


Um casal foi entrevistado num programa de TV porque estava casado há 50 anos e nunca tinha discutido. O repórter, curioso, pergunta ao homem:

- Mas vocês nunca discutiram mesmo?

- Não...

- Como é possível isso acontecer?

- Bem, quando nos casamos, a minha esposa tinha uma gatinha de estimação que amava muito. Era a criatura que ela mais amava na vida. No dia do nosso casamento, fomos para a lua-de-mel e minha esposa fez questão de levar a gatinha. Andamos, passeamos, nos divertimos e a gatinha sempre conosco. Um certo dia, a gatinha mordeu minha esposa. então, ela olhou bem para a gatinha e disse:

- Um!

Algum tempo depois, a danada da gatinha mordeu minha esposa novamente. Ela olhou para a gatinha e disse:

- Dois!

Na terceira vez que a gatinha mordeu minha esposa, ela sacou um 38 e deu uns cinco tiros na cabeça do bichinho. Eu fiquei apavorado e disse:

- Sua ignorante, desalmada, maluca, por que você fez uma coisa dessas?

A minha esposa olhou bem para mim e respondeu:

- Um!

Depois disso, nunca discutimos...

Exame de vista chinês

Enviado por
Cléber Marques


Não consegue ler a mensagem abaixo? Experimente puxar os cantos dos olhos, como os chineses!


Está escrito "No sex causes bad eyes", em inglês. O que significa "Falta de sexo causa visão ruim"...

Camisinhas high-tech

Enviado por
Mic Taveira


Já vi muita utilização para camisinhas fora de sua função real. A criatividade é grande, mas o rapaz deste vídeo superou todas as expectativas...

Eu dançava lambada!

Esta senhora na foto, Loalwa Braz, hoje com 56 anos, fez muito sucesso no Brasil e no mundo por causa de um ritmo que estourou nas paradas em 1989: a lambada.

Talvez você não se lembre - ou não é da sua época -, mas esta cantora foi a vocalista do grupo Kaoma, que ficou conhecido pela música "Chorando se foi", ou simplesmente "Lambada".

O ritmo era tão contagiante que vários outros artistas brasileiros, como Sidney Magal e Beto Barbosa, aderiram e também fizeram sucesso.

Assista ao vídeo da música:


A lambada virou até tema de abertura de novela na Globo, a "Rainha da sucata", na voz de Magal, com "Me chama que eu vou".

Bons tempos aquele... Para dançar a lambada era preciso ficar agarradinho com a menina, colocar uma das pernas entre as pernas dela... Êita! rs

Toda esta introdução é apenas para contar que este blogueiro da segunda idade já foi dançarino deste ritmo. E eu dançava bem, viu! Tanto que eu e uma amiga ganhamos um concurso realizado durante gincana na escola de Andradina onde estudei, o JBC, em 1989.

Será que ainda me lembro como faz? Hoje tentei mostrar para meu filho e retorci ele todo... Tadinho...

Preciso de uma parceira que saiba dançar para fazer o teste. Se alguma amiga se candidatar, quem sabe arriscamos uns passos em uma festa, hein! Mas cuidado que a coluna não é mais a mesma... rs

É pão, mas você comeria?

Enviado por
Michele Beraldi


Calma, é apenas pão! Mas a pergunta não quer calar: você comeria?

Eu, não!

Estas imagens correm a internet há algum tempo, mas acredito que muita gente ainda não viu. Segundo consta em e-mails difundidos pela web, trata-se de uma padaria da Tailândia, na província de Ratchaburi (100 km a oeste de Bangkok).

Os proprietários pretendem difundir o pensamento budista de não acreditar no que se vê, porque o que se vê, pode não ser tão real quanto parece. Os detalhes fazem a perfeição da criação, parecendo quase real e chamando a atenção de todos que passam em frente à padaria.















Será que é você?

Enviado por
Sérgio Menezes