Campanha: bloqueie, sem dó, pessoas mal-educadas nas redes sociais


Em nome da democracia das redes sociais, sites, blogueiros e youtubers se acham na obrigação de suportar ataques de ódio e muita falta de educação em comentários dos internautas. Essas pessoas são chamadas de haters, mas, na verdade, são uns mal-educados que não sabem se expressar no mundo virtual e acham que "têm o direito" de escrever um monte de porcarias porque existe "liberdade de expressão".

Chamo estas pessoas de valentões de monitor, pois a maioria consegue se expressar apenas na frente do computador. Quando você encontra a pessoa, ela fica geralmente bem quietinha, sem qualquer valentia.

Isso é também o reflexo da falta de educação do povo brasileiro. E não estou falando de estudos, mas da falta de acompanhamento dos pais para que os filhos se tornem uma pessoa útil à sociedade em vez de ficarem despejando besteiras em Facebook, Twitter e Instagram. Geralmente, são o reflexo também de pais que pensam da mesma forma, que se preocupam mais em fazer "protestinho" nas redes sociais do que algo que realmente importe.

Por isso, defendo que você não dê espaço para esse tipo de gente. Não permita que esses mal-educados sujem sua timeline com baboseiras de ódio, com julgamentos odiosos e observações maldosas que mostram como foram criados.

Sempre comparo as redes sociais com a vida real. Você não permite que alguém, em nome da democracia, em nome da liberdade em se manifestar, defeque no jardim de sua casa ou piche as paredes. Então, não permita que haters defequem na sua timeline.

Existe uma diferença muito grande entre comentar e achincalhar. Não é necessário xingar, falar palavrões, distribuir frases cheias de ódio para dar sua opinião. Se quer se manifestar, faça de forma educada, como faria em uma reunião ou em qualquer encontro com pessoas na vida real.

Em nome da paz, apague esses comentários e bloqueie os mal-educados todas as vezes que aparecerem, mesmo que você represente uma empresa vendendo um produto ou seja uma figura pública.

Apague também tudo que for prejudicial a uma timeline saudável. Você verá como uma rede social formada por pessoas educadas e com argumentos pode deixar melhor o seu dia.

Tamanho da legenda da Netflix na smart TV: saiba como alterar


Você comprou uma smart TV e corre para assistir aos filmes da Netflix, cujo aplicativo já vem instalado. O aparelho foi colocado na parede, a uma distância bacana do seu sofá; você está até usando um cabo de áudio digital ligado no seu home theater para aproveitar os efeitos do som 5.1. Enfim, tudo estava nos conformes até aparecer a legenda no filme que escolheu...

Por padrão, a legenda dos filmes na Netflix é pequena e branca. Ou seja: se você não tiver uma boa visão, vai ter que se esforçar para conseguir ler os diálogos. E, para prejudicar ainda mais, o aplicativo instalado na smart TV não tem qualquer configuração para resolver isso.

COMO RESOLVER?
Quer deixar a legenda grande e amarela como na imagem que ilustra este post? Esta configuração é feita apenas na versão desktop da Netflix. Por isso, é preciso desligar sua smart TV, ligar seu computador/notebook e acessar sua conta.

O próximo passo e clicar na setinha para baixo que fica ao lado da fotinha do seu perfil e, após abrir uma janela, clique em "Conta".


Agora, role a página até acessar a seção "Meu perfil"; clique em "Exibição das legendas".


Em "Exibição das legendas", você vai configurar da forma que desejar. Se quiser uma legenda grande e na cor amarela, use as mesmas configurações da imagem abaixo:


- Fonte: você define o tipo de fonte que achar melhor entre as opções; é possível até deixar tudo em maiúsculo (caixa alta);
- Tamanho do texto: há três opções, ou seja, pequeno, médio e grande;
- Sombreado: é necessário para que a fonte apareça em uma cena que usa a mesma cor da fonte;
- Fundo: escolha uma cor para aparecer ao fundo da legenda;
- Janela: é praticamente a mesma coisa que "Fundo".

Quando for mexendo para testar, o sistema mostra como ficará na mensagem "Estas configurações afetam as legendas em todos os aparelhos compatíveis". Isso mesmo: quando mexer nestas configurações, vai mudar em todos os aparelhos que tiver a Netflix instalada (celular, tablet, computador ou smart TV).

Para finalizar, clique em "Salvar". Se não gostou, clique em "Redefinir como padrão" e volta tudo como era antes.

Pronto! Quando ligar sua smart TV e acessar sua conta, a legenda vai mudar - por isso é necessário desligar a TV quando for fazer a alteração, para que o aplicativo instalado nela vá buscar as novas configurações. Se não fizer isso, vai continuar vendo as legendas antigas.

Dicas para jornalistas escreverem melhor


Atualizado em 19/10/2017

Um texto jornalístico é muito diferente de um artigo. Se você gosta de escrever, entende bem de português, não significa que é um jornalista nato, como muitos pensam. Quer dizer apenas que está no caminho certo.

Muitos jovens chegam às redações achando que todos estão ultrapassados e ele vai mudar o mundo, porque não têm medo de nada; acha que, "se a Globo não divulga", como está cansado de ver nas redes sociais e sempre acredita nessas correntes, ele fará o serviço. É o primeiro erro. Quando o ego é maior que o talento, impede que portas se abram e o conhecimento de profissionais experientes seja compartilhado.

Aliás, todo jornalista tem um ego enorme, mas nem se compara aos novatos. Quando se chega a uma redação achando que tal cobertura, por mínima que seja, não é para o seu nível, já está mostrando arrogância demais e, a menos que seja um prodígio, não ficará muito tempo na equipe. Seja humilde e esteja sempre pronto para ouvir e aprender.

Mesmo jornalistas experientes têm prazo de validade em redações se não souber lidar com hierarquias ou conviver pacificamente com seus colegas. E as redações de vários órgãos de imprensa "conversam" entre si, mesmo sendo concorrentes, e ficam sabendo quem é "estrela" ou problemático, fechando suas portas para ele ou ela. Depois, esse (ou essa) jornalista se faz de vítima, buscando apoio de "amigos" das redes sociais, que nem sabem o que ele apronta no trabalho, que seus textos e -até informações apuradas - são sempre corrigidos pelos editores, mas mesmo assim o defendem.

Se você é novato no jornalismo e está lendo este texto para absorver conhecimento, parabéns. Todo ser humano precisa estar em eterno aprendizado, caso contrário a vida não tem graça. Se você já é experiente e chegou até aqui por curiosidade, fique à vontade para contribuir e compartilhar conhecimentos, deixando comentários construtivos. Se você mora em uma cidade pequena, tem um site de notícias, mas nunca fez uma faculdade de jornalismo e gostaria de aprender a escrever de forma profissional, espero que possa ajudar.

Voltando aos textos jornalísticos: o primeiro erro é achar que você leu um montão de livros e, por isso, sabe escrever muito bem. Não é bem assim. É preciso seguir regras em uma redação com profissionais de verdade, trabalhar sempre com a tal "pirâmide invertida" nas reportagens factuais e usar "nariz de cera" apenas quando tiver prática; sem contar o "lead" ou "gancho", que são essenciais.

Não sabe o que são esses termos? Então, vamos aprender.

A "pirâmide invertida" é usada para dar prioridade a um texto, uma hierarquia sobre o que vai contar. Assim, o importante vem em primeiro lugar; o menos importante por último, permitindo que o editor corte a "gordura" no pé.

O "lead" ou "gancho" é o assunto principal, que ficará no topo da "pirâmide invertida". Se você vai fazer a cobertura de um evento, seu "lead" é o que apurou de mais importante, e não uma data, um dos principais erros na hora da escrita jornalística de novatos - e até alguns experientes ruins de serviço.

O "nariz de cera" é uma introdução criativa para sua matéria e geralmente usado em material especial. Por que especial? São aquelas reportagens bem trabalhadas, em que o repórter ouve várias fontes e acrescenta "retrancas" (textos menores, que completam o "abre"), geralmente publicadas em um domingo nos jornais impressos. Mas nada impede que faça isso em matérias factuais, como coberturas policiais cotidianas, se tiver prática. Caso contrário, fica horrível e obriga o editor a refazer seu trabalho, reescrevendo a matéria.

Por exemplo: um zelador foi atropelado e morto quando ia para o trabalho. Se o texto for factual, você começa dando a notícia de forma direta: "Um zelador morreu na tarde desta quinta-feira, em Araçatuba, atropelado por um automóvel quando pedalava sua bicicleta pela avenida Brasília, em Araçatuba".

Usando "nariz de cera", você apela para a sensibilidade: "O zelador José da Silva sempre foi muito querido no Edifício Carvalho, em Araçatuba. Todos o conheciam por seu jeito simples e prestativo. Ele exibia sempre um sorriso e cumprimentava a quem encontrasse na portaria. Nesta quinta-feira, a sala onde ficava na entrada do edifício estava vazia. Silva foi atropelado e morto quando pedalava sua bicicleta a caminho do prédio onde passou 20 dos seus 47 anos de idade."

Veja aqui um ótimo exemplo de "nariz de cera" impecável.

A seguir, algumas dicas que vão ajudar jornalistas - novatos e experientes - a escrever melhor:

- NUNCA, NUNCA MESMO, INICIE UM TEXTO COM A DATA. Por exemplo: "Ontem, começou o festival de cães e gatos". Pense sempre que no texto jornalístico você informa o "principal" logo de cara. Assim, "ontem" é apenas um detalhe. Então, prefira: "O festival de cães e gatos e Birigui começou ontem". Mas se quiser escrever melhor, procure um "gancho" (o fato mais chamativo) e comece por ele. "Mais de 300 animais, entre cães e gatos, estão em exposição em um festival que está sendo realizado em Birigui, que começou ontem e vai até domingo";

- SE VOCÊ NÃO TEM UM "GANCHO", NÃO TEM UMA REPORTAGEM. É baseado no fato mais chamativo que o editor vai criar um título para atrair a atenção dos leitores. Por isso, ao fazer uma reportagem, busque sempre alguma coisa diferente. Se vai cobrir a visita de um político à cidade, foque seu texto no que ele disse de mais importante. E comece por aí. Por exemplo: "O governador Geraldo Alckmin vai construir uma nova rodovia entre Araçatuba e Birigui. A obra vai custar R$ 20 milhões e deverá começar no próximo ano. O anúncio foi feito ontem, durante visita do tucano a Araçatuba para inauguração de um posto de saúde". Não comece seu texto com "O governador Geraldo Alckmin esteve ontem em Araçatuba..." Saia sempre do lugar-comum;

- Se tiver dificuldade em iniciar um texto, PENSE SEMPRE NA CONVERSA DE BOTECO. Isso mesmo! Você marca um encontro com amigos em um boteco e chega contando novidades que viu pelo caminho. Cumprimenta os caras e começa dialogando com data ou coisas irrelevantes? Não! Vai direto ao ponto. Você não inicia uma conversa assim: "Ontem, às 15h, na rua da Cereja, esquina com a Melão, bairro das Costas, dois homens, um deles vestindo calça jeans e camiseta e o outro um macacão, foram mortos"? Nada disso! Você conta logo o que aconteceu. "Dois homens foram mortos a tiros na rua tal...";

- ESCREVA DE FORMA SIMPLES; O IMPORTANTE É SER ENTENDIDO. Assim, evite a "Síndrome do professor Astromar Junqueira", um personagem fictício de Roque Santeiro, novela dos anos 1980 da TV Globo. Ele era um homem muito culto, sempre chamado para fazer discursos em inaugurações da Prefeitura. Então, falava um monte de palavras difíceis e a população aplaudia, elogiando muito, mas sem entender absolutamente nada do que ele disse. Quanto mais o texto jornalístico for simples, sem palavras difíceis, melhor. Explique termos que não são populares;

- USE SEMPRE AS CINCO PERGUNTAS BÁSICAS DO JORNALISMO. Ao preparar seu texto, prepare-se sempre para responder a cinco questões básicas:

1) O quê? - Qual é o assunto principal? Um acidente? um incêndio?
2) Onde? - Onde aconteceu? Qual cidade, endereço?
3) Quando? - Qual o horário? E a data?
4) Quem? - Quem está envolvido? Qual é a vítima? Quem é o acusado?
5) Por quê? - Como aconteceu? Quem é o responsável?

- NUNCA USE JARGÕES POLICIAIS. "Elemento", "meliante", "entrou em luta corporal", "se evadiu", entre outros, são formas utilizadas por policiais civis e militares na confecção de boletins de ocorrência e até no linguajar informal. Eles aprendem assim. Mas no jornalismo isso é inadmissível. Substitua tudo em seus textos por termos mais conhecidos, como "o suspeito", "o acusado", "brigou" ou "fugiu". A mesma regra para o juridiquês, ou seja, uso de termos técnicos usados por juízes ou advogados em processos. Fuja deles;

- "ATRAVÉS" É UMA MULETA que passou a ser usada para tudo. Nunca use em seu texto! Vá direto ao ponto, como sempre. Exemplo: em vez de "O curso foi aprovado através da ajuda do deputado tal", escreva "O curso foi aprovado com ajuda do deputado tal";

- "O MESMO" É OUTRA ABERRAÇÃO. Nunca use, pois é inútil. Parece que fica culto, mas na verdade é outra muleta. Exemplo: Em vez de "O homem foi capturado, pois o mesmo era foragido da Justiça", escreva "O homem foi capturado, pois era foragido da Justiça";

- "ALÉM DE" NÃO PRECISA DE "TAMBÉM" OU "MAIS". É o que chamamos de "gordura" em texto, muito usada, mas totalmente desnecessária. Se você começa uma frase com "além de", significa que haverá mais. Exemplo errado: "Além do adolescente, também foram presos três adultos". O correto é "Além do adolescente, foram presos três adultos". Simples assim;

- O CORRETO É "HÁ POUCO" E NÃO "AGORA HÁ POUCO". É um recurso muito usado na TV para tentar passar que o fato acabou de acontecer. Mas é errado; ou ocorre "agora" ou ocorreu "há pouco". Esta mistura é pura invencionice usada apenas na linguagem informal;

- NUNCA USE "DOUTOR". Não vale a pena entrar na famosa polêmica sobre o uso de doutor por advogado, médico ou quem fez doutorado. Por isso, chame o profissional pela função e nome, nunca incluindo o doutor. Exemplo: "O advogado José da Silva está defendendo o acusado"; "O cardiologista José de Almeida foi o responsável pela cirurgia";

- CHAME O ENTREVISTADO PELO SOBRENOME E A ENTREVISTADA PELO PRENOME. Quando você conversa com José da Silva, informa o nome completo dele e a função no início; depois, vai chamando de Silva. Se for Maria da Silva, é o contrário; vai chamá-la durante o texto de Maria. Ao contrário dos Estados Unidos, o jornalismo brasileiro não chama mulheres pelo sobrenome. Aqui, por exemplo, a ex-presidente Dilma Rousseff é apenas Dilma e não Rousseff; Hillary Clinton é só Hillary e não Clinton. Já os homens são tratados pelo sobrenome, a não ser que seja político ou figura pública. Assim, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é chamado aqui de Lula; no estrangeiro, Da Silva; já Neymar Júnior é só Neymar por aqui;

- A VÍRGULA É ESSENCIAL. Se tem dificuldades, consulte manuais ou profissionais mais experientes, mas nunca deixe de aprender. Um erro comum é não usá-la após um cumprimento ou sempre que acrescentar um nome após uma frase. Um caso comum de falta de vírgula atualmente é o "fora, alguém". Por exemplo: "Fora, Dilma"; "Fora, Temer"; "Fora, Maia". Se você não usa a vírgula nesses casos, está excluindo a pessoa de alguma coisa. Exemplo: "Todo mundo é corrupto, fora Dilma". A mesma coisa acontece com "parabéns" ou "obrigado". Lá está a vírgula, obrigatoriamente: "Parabéns, Araçatuba"; "Obrigado, leitor";

- JÚNIOR TEM ACENTO. Virou moda agora tirar o acento de nomes. Acredito que para americanizar o troço. Mas Júnior tem, obrigatoriamente, a não ser que a pessoa adote um nome artístico e não use, avisando o repórter sobre este detalhe. Fora isso, use sem dó;

- USE SEMPRE UM CORRETOR ORTOGRÁFICO. Nunca confie em seu cérebro, pois ele deixa você ler mesmo que a frase esteja ao contrário. Por isso, mantenha sempre o Word ao seu lado, pois vai encontrar sempre palavras digitadas erradas e até erros de concordância;

- NUNCA USE NÚMEROS ROMANOS. São ultrapassados e dificultam o entendimento rápido do leitor. Em vez de "século XVIII", escreva sempre "século 18". O mesmo acontece com nomes de reis, imperadores ou religiosos. Escreva sempre Dom Pedro 1º , papa Bento 16, rei Henrique 8º...

- NÃO RESISTIU E MORREU. Outra mania de muitos colegas de imprensa. Se morreu é porque não resistiu. É óbvio! Use um ou outro. Exemplo: "A vítima foi socorrida, mas não resistiu" ou "A vítima foi socorrida, mas morreu;

- POSTO DE GASOLINA. Outra mania antiga. Não se vende apenas gasolina em postos. O correto é "posto de combustíveis" ou até "autoposto";

- PROFISSÃO SE ESCREVE COM LETRA MINÚSCULA. Nunca escreva em letra maiúscula o cargo exercido por alguém. Assim, o correto é "O prefeito José da Silva..." e não "O Prefeito José..." A regra existe até para papa ou qualquer outra função religiosa. Então, escreva "papa Francisco" e não "Papa Francisco"; "cardeal José da Silva", e não "Cardeal José da Silva";

- "AÍ", UMA MULETA PARA TV AO VIVO. É insistentemente usado em eventos ao vivo na TV pelo jornalista ou apresentador, como se ficasse mais casual. "Vamos conversar aí com o direto da empresa"; "Vamos mostrar aí onde ocorreu o incêndio". É difícil, sim, fazer uma transmissão ao vivo, mas usar "aí" nunca vai deixar mais casual ou melhor. Pelo contrário. Mostra que o vocabulário do apresentador ou repórter é curto;

- TRAGÉDIA NÃO MATA NINGUÉM. Nunca diga que uma tragédia matou uma pessoa. Tragédia não mata! Você já ouviu alguém dizer: "Meu filho morreu de tragédia"? É claro que não! A tragédia é um acontecimento muito ruim, o resultado de algum problema sério. Vá direto ao assunto: "Capotamento mata rapaz em estrada" ou "Homem morre na colisão entre carro e moto".

- CHAMAR CASO DE "ACIDENTE" É JUÍZO DE VALOR. A imprensa tem o costume de dizer que alguém morreu em um acidente. É um hábito, mas também está julgando o que ocorreu sem perceber. Se um bêbado está dirigindo e bate em um carro, matando pessoas, cometeu um crime premeditado, portanto, não houve acidente; ele sabia que corria este risco ao dirigir embriagado. Prefira ir direto ao ponto sempre: "Motorista bêbado provoca colisão e mata três pessoas em rodovia"; "Empresário morre em capotamento na rodovia tal". Se tudo indicar que realmente foi um acidente, aí sim: "Roda se solta e provoca acidente em avenida".


EM TEMPO 1
Este post será sempre atualizado, mesmo que fique muito grande, o que atualmente é algo abominável para meros leitores de títulos no Facebook ou adeptos de "textinhos".

Se você quer ser um bom jornalista, não se deixe contaminar por esses modismos. Leia muito, escreva mais ainda e nunca tenha dúvidas. Se não conhece uma palavra, consulte um dicionário (mantenha perto, pois é a bíblia do jornalista). Se tem dúvidas com relação à construção de texto, consulte uma gramática ou um profissional experiente.

Lembre-se que as redes sociais estão cheias de "professores de português" que não sabem nem a diferença entre "mais" ou "mas", mas estão prontos para apontar o dedo para um erro seu e fazer piadinha pronta, como se jornalista não fosse humano e as redações tivessem apenas estagiários. Aliás, conheço alguns estagiários muito melhores do que um monte de profissional experiente.

EM TEMPO 2
O bom jornalismo, ao contrário do que algumas pessoas pregam aos ventos, vai continuar sendo essencial na vida das pessoas. É graças a eles que leitores preocupados realmente com a verdade vão continuar sabendo se é uma corrente falsa ou não o que viram divulgados por Whatsapp ou Facebook.

Dez músicas românticas inesquecíveis de filmes


Nossa vida é feita de experiências. São elas que moldam o que somos. E em meio a esse turbilhão de sentimentos existem as canções românticas que marcam para sempre. Tocavam em um momento especial ou, simplesmente, tornaram-se especiais porque tocaram na telona.

É impossível para alguém que goste de filmes, pelo menos um pouco, não se lembrar de uma música que tocou em uma época de sua adolescência. Ou mesmo já adulto, quando gostava de certa pessoa ou marcou uma passagem por determinada época.

Como cinéfilo, coleciono uma seleção enorme de músicas românticas que marcaram filmes. Separei, abaixo, apenas dez, com clipes originais ou montagens, que fazem a gente ficar nostálgico demais...

ALMOST PARADISE (Footloose - Ritmo Louco) - 1984


MEET ME HALF WAY (Falcão - O Campeão dos Campeões) - 1987


GLORY OF LOVE (Karate Kid - A Hora da Verdade) - 1984


I DON'T WANNA MISS A THING (Armagedom) - 1998


IN THE ARMS OF THE ANGEL (Cidade dos Anjos) - 1998


AGAINST ALL ODDS (Paixões Violentas) - 1984


MY HEART WILL GO ON (Titanic) - 1997


I WILL ALWAYS LOVE YOU (O Guarda-Costas) - 1992


UNCHAINED MELODY (Ghost: Do Outro Lado da Vida) - 1990


TAKE MY BREATHE AWAY (Top Gun - Ases Indomáveis) - 1986

Recebeu pelo Whatsapp? Então, desconfie sempre


Não bastasse o Facebook ser um poço de divulgação de notícias falsas e boatos, agora o mesmo acontece com o Whatsapp, aplicativo de celular para troca de mensagens. Sem qualquer preocupação em disseminar informação errada, que possa até prejudicar outras pessoas, os usuários usam e abusam do compartilhamento, sempre achando que "podem ajudar" ou alegando o tradicional "vai que é verdade".

NÃO FAÇA ISSO NUNCA! Na dúvida, procure um site de notícias de credibilidade e confirme a veracidade. Já escrevi sobre como identificar uma notícia falsa. Vale a pena ler.

Se a mensagem recebida em seu celular afirma que uma facção criminosa vai "tocar o terror" em algum lugar, por exemplo, não ajude o autor a ter sucesso com sua "brincadeirinha inconsequente". Pense sempre que quem pretende praticar um crime não avisa com antecedência.

E o mais importante: WHATSAPP NÃO É SITE DE NOTÍCIAS. Tirando sua verdadeira função, de trocar mensagens, áudios e vídeos entre amigos, é um lixão para compartilhamento de desgraças que vive obrigando os verdadeiros jornalistas a desmentir boatos.

PENSE: será que você está servindo de massa de manobra para criadores de boatos? Evite fazer parte da manada virtual, aquela que corre para o lado que alguém indica sem se preocupar que possa ser um penhasco. PENSE ANTES DE COMPARTILHAR!

Saiba como bloquear o banner 'Free 4 All' em sites





Não existe desrespeito maior ao internauta do que uma publicidade que invada seu espaço de uma forma que o impeça de ver o conteúdo que pretendia acessar sem clicar em alguma coisa. E um dos novos líderes dessa mania, principalmente em sites para baixar filmes e séries via Torrent, é um banner que salta à frente do conteúdo com as letras garrafais "Free 4 All".

Mesmo que você esteja usando uma extensão chamada Adblock Plus (se não conhece, veja aqui como usar), a tal publicidade intrusiva aparece, pois os criadores encontraram uma forma de burlar a proteção automática. Não adianta nem clicar na ABP e escolher "Bloquear elemento". Quando você retornar ao site, o tal pop-up vai continuar infernizando.

ADICIONE MANUALMENTE
A solução para isso é simples. Basta adicionar manualmente o site de origem do "Free 4 All" na lista de domínios que devem ser bloqueados pela Adblock Plus. Atualmente, o endereço é "http://adcarem.co", sem as aspas.

Para adicionar o domínio na lista de bloqueio do ABP (é claro, você precisa ter a extensão instalada em seu navegador), clique na extensão (é um ícone vermelho que fica ao lado da sua barra de navegação, no canto superior direito) e escolha "Opções".

Na aba "Adicione seus próprios links", cole o endereço http://adcarem.co e depois clique no botão "Adicionar filtro". Pronto! O "Free 4 All" não vai mais lhe incomodar até que mudem o domínio.



E SE MUDAR O DOMÍNIO?
É claro que os criadores podem mudar o endereço de origem a qualquer momento. Se isso acontecer, use o recurso "Inspecionar elemento" do navegador. Para isso, clique com o botão direito sobre o banner e escolha "Inspecionar".

Vai aparecer um montão de códigos à direita ou abaixo, dependendo do seu navegador.

Clique novamente com o botão direito no banner e, a seguir, em "Inspecionar". Você vai ver que o navegador vai destacar a área do banner no código. Veja que embaixo dele há sempre um domínio original para imagens e códigos (área marcada em vermelho na imagem abaixo). Neste momento, é http://adcarem.co. Se mudar, encontre o novo e adicione o filtro outra vez ao ABP.


DÚVIDAS?
Se não conseguir fazer, deixe um comentário. Se ajudou, compartilhe com seus amigos.

Brooklyn Nine-Nine: uma comédia para rir muito


Quando vi a imagem publicitária de "Brooklyn Nine-Nine" pela primeira vez em um site para baixar séries via Torrent, ignorei. Não gostei da imagem de um cara com óculos ray-ban, com jeitão de metido. Foi aversão à primeira vista. Não me interessei...

Passado algum tempo, procurando novas séries na Netflix, fiquei curioso ao ver uma que tinha no elenco o ator Terry Crews, que ficou muito conhecido pelo personagem Julius de "Everybody hates Chris" (Todo mundo odeia o Chris). Então, comecei a assistir junto com minha amada amante. E não paramos mais...

E qual não foi minha surpresa ao descobrir que "Brooklyn Nine-Nine" era justamente aquela série que vi no tal site, com o protagonista fazendo cara de metido! Julguei o livro pela capa e me arrependi.
Com esta cara de mala, ignorei a série ao ver a imagem... E me arrependi

Estamos viciados, assistindo um episódio atrás do outro. E o mais importante: rindo muito! Assistimos à série dublada, o que é um show à parte. O texto é todo adaptado para nossa realidade, o que arranca ainda mais risadas.

Clique aqui para assistir pela Netflix

Clique aqui para baixar a 1ª temporada via Torrent (dublada em legendada)
Clique aqui para baixar a 2ª temporada via Torrent (dublada em legendada)
Clique aqui para baixar a 3ª temporada via Torrent (dublada em legendada)

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"Brooklyn Nine-Nine" conta a história da rotina de policiais da 99ª delegacia de Nova York, que fica no bairro Brooklyn, nos Estados Unidos. O protagonista é o detetive Jake Peralta (Andy Samberg), justamente o sujeito dos óculos ray-ban, que faz o estilo relaxado, debochado, brincalhão e sem noção, que entrou na profissão inspirado no detetive John McClane (Bruce Willis) de "Duro de matar". Mas tudo isso o transforma no melhor policial do grupo.

Seu melhor amigo, Charles Boyle (Joe Lo Truglio), é um puxa-saco profissional, especialista em comida que tem um paladar muito duvidoso e faz tudo para agradar ao Peralta. A dupla é um dos destaques!

Terry Crews faz o sargento Terry Jeffords, um ex-gordo que malha muito e é louco por sua família - e iogurte. Peralta está sempre disputando prisões com Amy Santiago (Melissa Fumero), a certinha do grupo. Boyle, por sua vez, é apaixonado pela detetive Rosa Díaz (a atriz Stephanie Beatriz, que nasceu na Argentina), uma mulher muito durona e violenta que detesta mostrar emoções.


A equipe é comandada pelo capitão Ray Holt (Andre Braugher), outro que não demonstra qualquer emoção - e ainda é considerado hilário pelo marido -, o que rende boas risadas.

Sua secretária é Gina Linneti (interpretada pela humorista de stand-up Chelsea Peretti), uma mulher muito diferente, que adora seu celular e dançar, além de fazer coisas estranhas. Na minha opinião, Gina é uma personagem muito chata e estraga a trama, mas há quem goste...

Completam o elenco os não menos hilários Michael Hitchcock (Dirk Blocker) e Norman Scully (Joel McKinnon Miller), detetives mais antigos e inseparáveis do grupo, que adoram comer e provocar muita confusão.



A série, que já recebeu vários prêmios, é produzida e transmitida nos Estados Unidos pela Fox; no Brasil, recebe o nome de "Lei e desordem" na versão dublada nas duas primeiras temporadas - na terceira, passaram a usar o nome original. É exibida aqui pelo canal a cabo TBS e na Netflix, é claro. A primeira temporada estreou em 2013.

Assista ao trailer:

Inclua a operadora na lista de contatos do celular





Não existe coisa mais prática para quem usa celular do que saber qual é a operadora do seu contato assim que acessá-lo. Acho que deveria ser algo padrão dos sistemas operacionais por causa do benefício em um país como o Brasil, onde tudo é muito caro por causa de impostos e ganância.

Para resolver este problema, o Mobobox é a solução. Você pode utilizar o aplicativo para ver a operadora dos seus contatos ou fazer com que ele adicione diretamente ao lado do telefone da pessoa. Quando ele faz isso no Android, por exemplo, o texto é incluído no backup automático do Google. Assim, quando trocar de aparelho e restaurar o backup, o nome da operadora vai aparecer automaticamente, mesmo que ainda não tenha instalado novamente o Mobobox.

Clique aqui para instalar no Android;
Clique aqui para Windows Phone;
Clique aqui para iOS (iPhone).

COMO USAR
Logo que abrir o aplicativo, vai ver seus contatos já com a operadora ao lado do telefone. Ele funciona como seu gerenciador, mas turbinado. Isso não significa que já incluiu a informação diretamente nos contatos. Você vai ter que fazer isso manualmente.


Na aba "Discagem", você consulta a operadora de um número qualquer que não esteja na sua lista. Basta digitá-lo que logo é identificado; em "Histórico", o app mostra quais números recentes você discou.

Para incluir a operadora diretamente na sua lista original, toque no ícone com três riscos que fica no canto superior esquerdo, ao lado da logomarca da Motobox. Vai aparecer uma janela com algumas opções que você pode explorar. A que nos interessa é "Configure".



Na próxima tela, escolha a opção "Operadoras dos Contatos".



Você agora será direcionado para a página onde a magia acontece. Toque em "Atualiza a agenda", que fica no canto inferior central, logo abaixo de "Compartilhar".



Aguarde um pouco. A demora vai depender da quantidade de telefones que tem na agenda. Depois do serviço completado, acesse seu gerenciador de contatos original. Agora, a operadora passa a constar na sua lista, como na imagem abaixo, feita em um Lenovo Vibe A7010, com Android 6.



DICA
O aplicativo vai atualizar automaticamente sua agenda cada vez que adicionar novos números. Mas se desabilitar o funcionamento dele em segundo plano para economizar bateria, será preciso repetir o procedimento acima sempre que puder.

Entenda como funciona a Hello, nova rede social


Parece um jogo misturado com Facebook e Instagram. Assim funciona a Hello, nova rede social criada pelo engenheiro turco Orkut Buyukkokten, que também foi responsável pelo falecido Orkut. O aplicativo, que só funciona em celulares com sistemas operacionais mais avançados, incentiva o usuário a socializar. E cada vez que faz isso, ganha pontos para subir de nível e liberar brindes virtuais que lembram os buddypokes.


Clique aqui para instalar no Android (5.0 no mínimo).
Clique aqui para instalar no iOS (8.0 no mínimo)

A Hello ainda está no começo, por isso vive com certa instabilidade. Mesmo assim vale a pena experimentar, porque vicia. As comunidades estão de volta, mas criadas automaticamente (amantes de tecnologia, por exemplo). E quando você instala o aplicativo, ainda participa de um teste para que seja definido seu estilo. Eu, por exemplo, sou um "Rebelde".


No perfil, é possível usar aquela foto grande semelhante ao Facebook e Twitter. É lá também que fica um resumo do que você postou, além do seu nível na rede social.


O menu também é cheio de opções, que você pode explorar:


A área de notificações é muito bacana, cheia de detalhes que facilitam sua vida:


Quer saber mais detalhes, como subir de nível? Então, assista à videoaula abaixo:

Octacore, quadcore... Como escolher o melhor celular?


É muito comum ter dúvidas na hora de comprar um celular. Principalmente se você não entende nada de tecnologia. Palavras como octacore e quadcore são sempre usadas para definir quais os melhores aparelhos, mas não não é só isso. Na hora H, o que as pessoas levam em conta é o valor.

O problema é comprar um smartphone simples, com espaço de armazenamento reduzido e um processador lento que demora uma eternidade para abrir um simples aplicativo. Aí reclama da marca, diz que não presta e nunca mais vai usar.

É preciso entender que nenhum celular modesto faz milagres. Se você decide gastar pouco com algo tão importante atualmente em sua vida, é necessário ter consciência que contará com o básico. Você não compra um carro popular achando que vai correr como uma Ferrari...

Na videoaula abaixo, veja, de forma simples, como são classificados os celulares, entenda alguns termos usados para destacar o modelo e o que levar em conta na hora de ter o seu:


EM TEMPO
A videoaula foi baseada em sugestão do leitor Giuliano Faria.

Não faça fotos e vídeos com o celular na vertical


Companheiro de todas as horas, o celular é utilizado para registrar os momentos marcantes da sua vida. Os mais modernos fazem fotos e filmes em widescreen, com a imagem ocupando toda a tela, como nas TVs de LCD e monitores de computador.

Então, por que será que muita gente usa o aparelho na vertical?

Fiz esta pergunta aos meus colegas virtuais no Facebook e descobri que muita gente não sabe mesmo que o resultado da filmagem fica melhor usando o smartphone na forma horizontal. Para alguns usuários, parece óbvio isso. Mas não é.

Como é mais cômodo segurar o aparelho com uma mão, é assim mesmo que usam, sem imaginar o péssimo resultado. Fica uma gravação com cortes laterais, mostrando apenas uma parte do que deveria. Ao assistir no celular, com ele na vertical (em pé), a pessoa acha ótimo; quando posta no Facebook ou envia para alguém o Whatsapp, vem a decepção.

Na videoaula abaixo, veja como fica feia uma gravação na vertical:


ESPALHE ESTA INFORMAÇÃO
Você não sabia e aprendeu?

Então, compartilhe estas informações sobre a gravação com o celular na horizontal com seus amigos. Assim, eles também passarão a fazer um registro mais bonito - e correto - do que acontece no seu dia a dia.

Você já sabia e acha tudo isso muito óbvio?

Então, compartilhe estas informações com os amigos que usam seus smartphones na vertical e ajude-os a melhorar a qualidade de seus vídeos.

Bloqueie sites de anúncios ao clicar em um link


Muitos donos de sites não se limitam mais a apenas oferecer propaganda. Eles obrigam o internauta a acessar uma determinada página, mesmo contra sua vontade, maquiando o link. Assim, você clica para acessar um conteúdo e acaba abrindo abas para outros. É algo que dá muita raiva. Em muitos casos, abre a página de publicidade em primeiro plano, jogando o link verdadeiro, que você realmente queria acessar, para outra aba.

Para barrar as propagandas tradicionais, já ensinei aqui como instalar o famoso Adblock Plus. Com ele, é possível bloquear pop ups, banners e até elementos específicos no site. Mas atualmente não é o suficiente. Além dele, o internauta deve instalar o Poper Blocker. É uma extensão que impede a abertura dessas páginas chatas e avisa quando atuou, se você quiser. Infelizmente, funciona apenas no Chrome.

Clique aqui para acessar a extensão no Chrome Web Store.

COMO USAR
Depois de acessar no link acima, clique no botão azul "Usar no Chrome".



A extensão será instalada e, se estiver utilizando versão mais recente do navegador da Google, um ícone vai aparecer no canto superior direito, ao lado da barra de navegação.



Agora, basta acessar os sites que lhe incomodam e clicar nos links para testar. Toda vez que a extensão bloquear uma página sorrateira, ela vai informar você com uma mensagem embaixo da barra de navegação, perguntando se deseja abrir desta vez ou sempre, além de oferecer opções para desativar a mensagem.



Assim como o Adblock Plus faz, será exibido um número ao lado do ícone do Poper Blocker, mostrando quantas páginas impediu que fossem abertas automaticamente. Nas opções (acesse-as clicando com o botão direito do mouse sobre o ícone), é possível manter uma lista segura, com os sites que permite abrir pop ups.


Se clicar com o botão esquerdo no ícone, ele mostrará um resumo do que foi barrado no site. Em inglês, vai perguntar, resumindo, se alguma página sorrateira abriu, fugindo do bloqueio, e se você quer tentar a detecção automática, clicando em "Yes, once" (Sim, uma vez).

É possível também, na mesma janela, denunciar o site aos criadores da extensão para que avaliem o conteúdo e aprimorem o serviço. Para isso, clique no botão "Report website". Seu gerenciador de e-mail vai abrir. Basta digitar um título e o assunto (em inglês) e enviar a mensagem.


DÚVIDAS?
Se tiver alguma dificuldade para usar a extensão, deixe um comentário.